Participe na Maratona de Cartas, ajude a salvar vidas!

A Casa do Povo de Fermentões e o Núcleo de Teatro do Oprimido, no âmbito da promoção dos Direitos Humanos, em parceria com a Amnistia Internacional Portugal, aderiram à iniciativa “Maratona de Cartas”.Nas várias valências da nossa instituição encontrará as cartas que poderá assinar e ajudar a combater violações de direitos humanos.
É um pequeno gesto que poderá fazer uma grande diferença!
Contamos consigo.
aministia

No último trimestre do ano, milhões de pessoas em todo o mundo assinam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco para chamar a atenção para estes casos, com vista a combater violações de direitos humanos e melhorar suas condições de vida .
Este ano, na Maratona de Cartas da Amnistia Internacional, adotámos os casos de Moses Akatugba, mulheres da comunidade de Mkhondo, Liu Ping e Chelsea Manning. Junte-se a nós!

Moses Akatugba, Nigéria
Após 8 anos detido sem julgamento, Moses Akatugba foi condenado em 2013 à pena de morte por assalto à mão armada – um crime que nega ter cometido. À Amnistia Internacional, Moses contou que foi torturado: foi atado e suspenso do teto, tendo-lhe sido extraídas as unhas das mãos e dos pés. Foi depois forçado a assinar duas confissões previamente redigidas.

Mulheres da comunidade de Mkhondo, África do Sul
Grávidas e recém-mamãs estão a morrer na comunidade de Mkhondo, na África do Sul, por não terrem acesso a serviços de saúde pré-natal. A questão do acesso a cuidados médicos está também relacionada com o elevado risco de infecção pelo VIH SIDA e de gravidezes não planeadas. Mais de 10% das raparigas com menos de 18 anos estão grávidas.

Liu Ping, China
A ativista Liu Ping foi condenada a mais de 6 anos de prisão em 2014, como resultado da sua luta contra a corrupção. É um dos elementos do “Movimento dos Novos Cidadãos” uma rede de activistas pelos direitos humanos cujos membros têm sido perseguidos e detidos pelas autoridades chinesas. Foi torturada enquanto esteve detida.

Chelsea Manning, E.U.A.
Em 2013, Chelsea Manning, que então integrava o exército norte-americano, divulgou documentos confidenciais no site Wikileaks. A condenação foi de 35 anos de pena prisão. Algum do material que Manning publicitou indiciava possíveis e graves violações de direitos humanos e do direito internacional humanitário, cometidas pelos soldados norte-americanos, e pelas forças militares iraquianas e afegãs que combateram ao lado do exército dos E.U.A., bem como pela C.I.A., no contexto das operações de contra-terrorismo.

Todos juntos fazemos a diferença!

https://www.youtube.com/watch?v=BsKAIvmcNEs&feature=youtu.be

 

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